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Mais de 27% dos óbitos em Tramandaí são em decorrência da AIDS

Criado em Terça, 10 Julho 2018

O ano de 1981 registrou um marco na medicina mundial e uma preocupação sem precedentes a humanidade. Pela primeira vez era observado clinicamente o vírus da "Síndrome da imunodeficiência adquirida" (SIDA), ou em inglês "Acquired immunodeficiency syndrome" (AIDS).  A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que desde o início da epidemia até os dias atuais, cerca de 35 milhões de pessoas morreram em decorrência da doença. Atualmente no mundo, registra-se um novo caso a cada 17 segundos.

Não há cura para HIV, pois o vírus, uma vez instalado no organismo, se esconde de tal forma que especialistas ainda não conseguiram encontrar uma forma de tirá-lo do esconderijo e eliminá-lo de vez. O que é possível fazer é justamente reduzir a carga viral do sangue, que impede o ataque do HIV às células de defesa e, por sua vez, também diminui significativamente as chances de um soropositivo transmitir o vírus para outra pessoa.

No entanto, nos últimos anos, a medicina avançou rapidamente e hoje em dia é possível ter uma vida normal, mesmo com o vírus. O SUS oferece GRATUITAMENTE o coquetel responsável pelo controle do HIV e todo o acompanhamento, inclusive com psicólogos.

Mesmo assim, o cenário ainda é extremamente negativo.

O município de Tramandaí é o segundo colocado no Estado do Rio Grande do Sul em casos e registros de óbitos motivados pela AIDS em 2017. Do total de mortes na cidade, 27,7% foram em decorrência da doença. Só "perdemos" para a cidade de Charqueadas, na Região Metropolitana de Porto Alegre. A faixa etária com mais casos se estende entre 25 e 39 anos e estão distribuídas em todas as classes sociais.

Um dos principais obstáculos enfrentados pelos profissionais de saúde no município é a falta de continuidade do tratamento e o preconceito ainda existente na sociedade, que afasta muitas pessoas dos exames diagnósticos.

Mas você sabia que os testes são rápidos, eficientes e contam com o total sigilo?

Sim, o teste não é chamado de "rápido" por acaso. Entre 15 e 30 minutos o paciente já sai com o resultado e recebe todo o acompanhamento necessário, tanto clínico como psicológico. A identidade do paciente é preservada. Não há qualquer tipo de divulgação de nomes.

Todos os postos de saúde de Tramandaí estão aptos a realizarem o teste. Além do HIV, também é possível identificar hepatite e sífilis.

Uma vez identificado o vírus, o paciente passa a receber via SUS a medicação.

Há uma saída para a AIDS?

Sim, a prevenção. Para evitar a transmissão, recomenda-se o uso de preservativo durante as relações sexuais, a utilização de seringas e agulhas descartáveis e o uso de luvas para manipular feridas e líquidos corporais, bem como testar previamente sangue e hemoderivados para transfusão. Além disso, as mães infectadas pelo vírus (HIV-positivas) devem usar antirretrovirais durante a gestação para prevenir a transmissão vertical e evitar amamentar seus filhos.

Previna-se!

Proteja-se!

E em casos de dúvida, faça o teste rápido.

É a sua vida e de sua família que estão em jogo.

 

 

 

Texto/Imagem: Maxwell Bernardes (ASCOM)

Fonte: Ministério da Saúde

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