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Realizada primeira audiência pública da revisão do Plano Diretor de Imbé

Fotos; Jorge Vilela

A Prefeitura de Imbé realizou na noite desta sexta,8, a primeira de duas audiências pública de revisão do Plano Diretor de Imbé. Esta revisão é obrigatória a cada 5 ou 10 anos. Em Imbé, o Plano Diretor foi elaborado em 2006 e sua primeira revisão aconteceu em 2012. Para esta revisão foi formada uma comissão com a participação de integrantes de todas as secretarias, Poder Legislativo, através dos vereadores Virna Alice, Vilmar Nico e Elton Kieser, da Universidade Federal do RS, através do Ceclimar, representantes da Associação Comercial de Imbé, Crea, Associação Comunitária Braço Morto, Associação Comunitária Santa Bárbara, Associação de Moradores de Mariluz e Associação Comunitária de Albatroz . Esta comissão realizou 14 reuniões ao longo do ano debatendo diversos itens. A revisão estará incorporando alguns tópicos obrigatórios pelo Estatuto das Cidades como  instrumentos e  dispositivos, entre eles, outorga onerosa direito de construir, parcelamento do solo, transferência do direito de construir, tombamento de imóveis ou imobiliário urbano, operação urbana consorciada, usucapião especial de imóvel urbano e unidades de conservação.

Três itens estão a frente dos maiores debates junto a sociedade e foram apresentados durante a audiência pública são eles:

  • Redefinição de bairros de Imbé com unificação de áreas e loteamentos em um único bairro, como por exemplo o bairro denominado Ecadenar e Riviera passa a ser incorporado ao bairro Ipiranga, Marisul, Mariluz Palnos B e C Mariluz Norte, Harmonia passam a fazer parte do bairro Mariluz. Esta unificação não altera endereços.
  • Zoneamento urbano e rural, onde a parte rural do município, situada desde as margens da ERS 786 até a beira do Rio Tramandaí no sentido Oeste. Nste item não houve consenso pela Comissão na transformação da zona rural em urbana
  • Possibilidade de construção de edificações de até 15 andares no trecho da Av. Beira Mar desde a Av. Nilza Costa Godoy até o Hotel Samburá.

Em relação a possibilidade de construção de edifícios os demais locais que já estão definidos para este fim não sofrem alterações, somente na área proposta. Após a apresentação o público participou com inúmeras indagações, entretanto foi  esclarecido que até a próxima audiência  no dia 19, a comunidade pode obter a cópia de todos os documentos e estudar estas alterações para concordar ou não com estas propostas.

Após estas etapas a Projeto de Lei será redigido em definitivo e encaminhado à Câmara de Vereadores.

 

 

 

Sandro Sauer

 

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