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Analista de Inteligência Criminal analisa caso Miguel

Analista de Inteligência Criminal analisa caso Miguel

A criminóloga e analista de inteligência criminal Claudia Pádua participou da programação da Jovem Pan News Litoral nesta quarta-feira, 4,onde fez uma análise do caso da morte do menino Miguel dos Santos Rodrigues , 7 anos.

Primeiramente ela fez uma análise do fato e do comportamento da mãe da criança, Yasmin Vaz dos Santos Rodrigues e da sua companheira, Bruna Nathieli Porto da Rosa.  “ Ficam em abertas algumas questões como transportar a criança em uma mala até beira do rio e não jogar também a própria mala. As agressões sofridas são fatos que não sustentam a mãe ter a guarda da criança e como a avó pediu esta guarda o menino deveria estar com a avó”. Disse Claudia.

“Devemos estar atentos aos depoimentos e o quanto eles são verdadeiros, uma delas é em relação a situação da companheira que poderia ter um grau baixo de autismo”,Falou. Claudia disse que este grau apenas prejudica a interação social e não parece ser o caso.

Conforme a criminóloga, fica claro que a mãe não tinha nenhuma empatia com o filho. “ É um absurdo e uma violência psicológica muito intensa. E pelas gravações a criança ainda tinha uma esperança de que a situação iria cessar. Faço também uma analogia na questão da mãe ter jogado o filho na água. A água é o símbolo do nascimento, do líquido amniótico onde a criança fica envolvida quando feto e a água em movimento é transmutação. Carl Jung dizia que as pessoas poderiam  descarregar suas frustrações na água e o que esta mãe fez foi  jogar na água todo o peso que estava impedindo, talvez, sua felicidade no relacionamento amoroso. Resta saber se algum dia houve um vínculo entre a mãe e seu filho, já que ela diz que a criança foi fruto de um estupro.”

Claudia salienta que há a possibilidade de o corpo não ter sido jogado no rio. “Resta saber se tudo o que ela falou é verdade, pois ela pode ter deixado a criança em outro local, já que é muito estranho ela não ter jogado a mala.  Quem garante que ela disse a verdade?”. Falou Claudia Pádua.

Claudia Pádua acredita que desde que Miguel nasceu ele foi colocado na lateralidade. “ Os relatos de agressão mostram isto e ela com certeza vinha construindo um processo que desencadeou na morte do menino.” Disse

Por fim, a criminóloga disse que este crime foi mais um alerta e que as pessoas que estão próximas devem ficar atentas a situações que possam desencadear maus tratos.

Confira a entrevista de Sandro Sauer com Claudia Pádua-

 

 

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