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Arroio do Sal busca com a Defesa Civil do RS orientações para decreto de situação de emergência devido a estiagem

O prefeito de Arroio do Sal, Flávio Affonso Angst (Bolão), esteve reunido com representantes da Defesa Civil do RS na última segunda-feira, 28/02, na Prefeitura Municipal, para tratar sobre a possibilidade de o município decretar situação de emergência por causa da estiagem das chuvas.

Na reunião estava acompanhando o prefeito Bolão, o secretário municipal de Meio Ambiente, Agropecuária e Pesca, Luiz Carlos Schmitt, a diretora do Departamento de Agropecuária e Pesca, Liziani de Quadros Maciel, o secretário municipal de Cidadania, Trabalho e Desenvolvimento Social, Manoel Pedro Faustino (Maneca), e o coordenador regional da Defesa Civil do RS, Rodrigo dos Santos Silva.

Com orientações do Tenente Coronel Zanini e de Maiquel Moura da Defesa Civil do RS, o município avalia a necessidade de decretar situação de emergência devido a dificuldade de captação de água para a agropecuária.

De acordo com o coordenador regional da Defesa Civil, Rodrigo, o nível da Lagoa Itapeva baixou muito nos últimos meses devido à estiagem das chuvas, revelando no seu entorno uma área espessa de lama que impede que animais, como bovinos, se aproximem do espelho d’água. Pequenos pecuaristas já sofrem as consequências da falta de chuva para os animais acessarem água, não só na lagoa, mas em córregos que secaram.

Segundo o prefeito Bolão, a partir do decreto de situação de emergência, o Município pode lançar mão de uma série de instrumentos para realizar ações destinadas a reduzir os efeitos da seca sobre a comunidade arroio-salense.

“O decreto nos permite acessar recurso para contratar mais horas-máquina, por exemplo, para a abertura de açudes nas propriedades, buscando amenizar o problema da estiagem enfrentado em nosso município e região. A situação de emergência permite o município ir atrás de recursos ou linhas de financiamentos junto aos governos estadual e federal”, explica o prefeito.

A Emater/Ascar aponta para perdas de R$ 104 milhões no setor agropecuário no Estado do Rio Grande do Sul. O levantamento feito pelos técnicos da Emater/Ascar indicam que o setor mais afetado pela falta de chuva é a pecuária.

PMAS

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