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Chefe da Emater de Imbé explica os efeitos da estiagem no município

Imagem arquivo JPN

O governo do Rio Grande do Sul iniciou a semana realizando um levantamento dos efeitos da estiagem na agricultura e pecuária do Estado e se reunindo com representantes do setor. Municípios afetados pedem a antecipação de recursos para amenizar prejuízos, principalmente, pela perda muito grande na produção de leite, aves, suinocultura, na cultura de milho, da soja, da safrinha de feijão.

Algumas regiões sofrem mais com a falta de chuva e no Litoral Norte, municípios como o de Imbé não são tão afetados. Em entrevista nesta terça-feira (11/01) à rádio Jovem Pan News de Imbé, o chefe do escritório da Emater, Flávio Souza Júnior, esteve acompanhando visitas às propriedades rurais em Tramandaí, no distrito da Estância e realizaram levantamentos. “Lá não são áreas altas, são campos mais baixos que não afetam muito o pasto, mas os açudes estão muito baixos que auxiliam na sedentação animal”, explica.

Sobre o volume de chuva, ele relata que realiza a medição todos os meses por meio de um pluviômetro instalado na sua residência. “Em outubro de 2021, tivemos um volume total de 55,5 mm e em dezembro foi de 35mm. Para se ter uma ideia, em 2020, em outubro o volume foi de 100mm”, analisa. Já para os produtores atendidos em Imbé, pela Emater, na sua maioria pescadores artesanais, a estiagem favorece a pesca do camarão. “Quando a água da lagoa baixa, favorece a entrada da água do mar e assim ajuda na pesca do camarão”, disse Flávio. Confira, abaixo, o áudio da entrevista:

Texto: Gabriela Prestes

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