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Estudantes do IFRS Osório medalhistas na Genius Olympiad de NY falam da experiência

Neste ano, ocorreu de forma virtual, de 7 a 12 de junho, a Genius Olympiad, competição mundial de ciências na cidade de Nova Iorque nos Estados Unidos. Em virtude da pandemia, o evento foi virtual e o anúncio dos vencedores ocorreu no último sábado, por meio do Youtube, agraciando, mais uma vez, estudantes egressos do Instituo Federal – IFRS de Osório com medalhas de ouro e bronze. Na edição local do Jornal da Manhã, da Rádio Jovem Pan News Litoral, nesta última quarta-feira (16/06) os estudantes medalha de ouro Júlia Oscar Destro e Lucas Oliveira de Lima e a de bronze Ana Clara Jardim da Silva falaram sobre seus projetos.

Os estudantes explicaram que os projetos estavam inscritos em 2020 mas pela pandemia, a edição do ano passado foi cancelada e neste ano foram avaliados. Ana Clara Jardim da Silva com a pesquisa ‘Litoral Libras: plataforma virtual da Língua Brasileira de Sinais com foco nas variações linguísticas do litoral norte gaúcho para a promoção da acessibilidade entre surdos e ouvintes’ levou medalha de bronze. A pesquisa teve a orientação da professora Aline Dubal, com coorientação de Ingrid Gonçalves Caseira, o trabalho deu origem à plataforma didática Litoral Libras.

Cursando Fonoaudiologia na Ufrgs, Ana Clara contou sobre como surgiu a ideia da pesquisa. “Fiz o curso de Libras oferecido pelo Ifrs e percebi que não havia a tradução para várias expressões da nossa cultura, então inserimos cerca de 40 novas por meio da plataforma, contribuindo para uma melhor comunicação e inclusão das pessoas”, relatou Ana Clara.

Os estudantes medalha de ouro Júlia Oscar Destro e Lucas Oliveira de Lima criaram o ‘Ecoboard: Desenvolvimento de painéis aglomerados utilizando resíduos de milho e arroz’ com orientação da professora Flávia Twardowski, e coorientação do docente Cláudius Jardel Soares. “Já tinha participado numa outra edição com um projeto sobre a contaminação da areia da praia porque a competição é voltada para a questão ambiental”, explicou Júlia que pretende continuar fazendo pesquisa por meio do curso de Biomedicina da Ufrgs que está frequentando.

A inspiração do projeto medalha de ouro veio das vivências do Lucas. “Cresci próximo a silos de arroz e aquele material era descartado e não era aproveitado. Então pensei num reaproveitamento do seu uso e criamos assim, o nosso projeto. O aglomerado que também vai a casca do milho pode ser utilizado para divisórias na construção civil e outros fins”, explicou o egresso que também pretende continuar fazendo pesquisa no curso de Engenharia Civil que frequenta na Ufrgs.

Confira, abaixo, o áudio completo da entrevista concedida à jornalista Gabriela Prestes.

 

 

 

Edição: Gabriela Prestes

 

 

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