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Família de engenheiro desaparecido em Imbé alega que corpo encontrado em Cidreira é de Alexandre de Oliveira

Engenheiro Alexandre de Oliveira Brito, 58 anos

A Polícia Civil e a família do engenheiro Alexandre de Oliveira Brito, 58 anos, reclamam que um corpo encontrado carbonizado em Cidreira no mesmo dia em que o homem desapareceu em Imbé, em 9 de novembro deste ano, foi enterrado na terça-feira (17) como indigente em Tramandaí.

O Instituto-Geral de Perícias (IGP) informou que o fato está sendo apurado internamente já que parentes de Brito fizeram exame de DNA e o resultado ainda é aguardado.

O IGP informa que a instrução normativa publicada no mês passado permite que o Departamento Médico Legal (DML) encaminhe corpos não identificados e não reclamados para enterro como indigente após 15 dias. Como o cadáver encontrado em Cidreira estava carbonizado e o reconhecimento por familiares não foi possível, o caso se enquadra neste quesito.

O delegado Antônio Ractz, responsável pela investigação do desaparecimento do engenheiro, diz estar indignado. Afirma que a apuração está em andamento e os exames periciais para tentar comprovar a identidade não foram concluídos, o que deve acontecer nos próximos dias.

Em contato com a Jovem Pan News – Litoral (FM 92,3) o sobrinho da vítima, Leonardo Ciríaco, confirmou que o corpo carbonizado é do engenheiro. A família entrou com pedido de exumação do cadáver por ter sido enterrado como indigente pelo DML.

O sobrinho de Alexandre de Oliveira Brito estará concedendo entrevista à Pan News Litoral, na manhã desta sexta-feira (20), durante a programação local.

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