ImbéLitoral

IGP se manifesta sobre caso de engenheiro desaparecido em Imbé

Foto: reprodução rede social Facebook

O Instituto Geral de Perícia emitiu uma Nota Oficial sobre o caso do engenheiro desaparecido em Imbé Alexandre de Oliveira.

Segue:

“No dia 10 de novembro um corpo, procedente de ocorrência policial em Cidreira, deu entrada no DML em Porto Alegre. Dada a impossibilidade de identificação necropapiloscópica, o mesmo foi submetido à coleta de DNA e análise de arcada dentária. De acordo com o Art. 4o da Instrução Normativa 01/2019 – que prevê que corpos não identificados até o 15o dia, a contar da data da entrada no DML, serão encaminhados para procedimentos de inumação, o enterro foi realizado no dia 17 de Dezembro, em Tramandaí. Ou seja, o enterro – que respeitou todos os princípios de dignidade humana, com uso de um caixão, identificação de controle, em gaveta individual e no local da ocorrência – foi feito de acordo com esta Instrução Normativa.

Paralelamente, em 20 de Novembro, foi aberto protocolo para comparação de perfil genético de DNA Rosana de Oliveira Brito, Maria Elisete Brito Nunes e Luis Alberto de Oliveira Brito. As amostras, cujo resultado só foi conhecido no dia 19 de dezembro, apontaram vínculo genético, o que é diferente de identificar o corpo. O IGP se solidariza e está em contato com a família prestando assistência.

Eventuais desconformidades no procedimento, se constatadas, serão apuradas internamente.”

O caso

A Polícia Civil e a família do engenheiro Alexandre de Oliveira Brito, 58 anos, reclamam que um corpo encontrado carbonizado em Cidreira no mesmo dia em que o homem desapareceu em Imbé, em 9 de novembro deste ano, foi enterrado na terça-feira (17) como indigente em Tramandaí.

Leia mais: Família de engenheiro desaparecido em Imbé alega que corpo encontrado em Cidreira é de Alexandre de Oliveira

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