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Reviravolta no Caso Vila Verde: após reformulação somente um pequeno número de moradores deve deixar o local

Por decisão judicial emitida ainda no final da tarde de terça-feira (21/06), obtida pela defesa da Associação de Moradores da Vila Verde, somente um número de famílias deve deixar a área invadida no distrito de Atlântida Sul em Osório, chamado de Alameda Safira, última rua de Mariápolis, área que pertence a uma empresa que solicita na justiça a retirada das pessoas.

O advogado Marcelo Reis que defende essa associação de moradores concedeu entrevista à rádio Jovem Pan e explicou a reforma da decisão inicial que pedia a saída geral dos moradores da Vila Verde, atualmente, com 2.500 pessoas aproximadamente.

Segundo Marcelo Reis, a solicitação junto ao Juiz de Direito Juliano Breda foi para que o caso fosse reavaliado, levando em consideração que o processo trata especificamente dessa área denominada Alameda Safira, e não de toda a Vila Verde. Entendido pelo Juiz e alterado a decisão. Ainda sendo feito o levantamento da quantidade de pessoas no local, o advogado acredita que o número se aproxima de 90 famílias.

Outra situação destacada pelo advogado da Associação de Moradores é que no processo que estabelece a retirada das pessoas, as mesmas precisam ser reassentas em outro local, sob responsabilidade da empresa. “Nós não temos nada encaminhando quanto a esse reassentamento”, disse Marcelo Reis que deixou claro durante a entrevista que a defesa não fomenta a atividade de ocupação ilegal, somente que as decisões judiciais sejam cumpridas. O prazo para desocupação voluntária destas famílias da Alameda Safira permanece em 1 de setembro de 2022.

Abaixo, o áudio da entrevista:

 

 

Texto: Lucas Filho

 

 

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